quinta-feira, 19 de julho de 2012

Humor marca abertura da 3ª Edição do Festival de Teatro Abobrinhas

Até o dia 9 de outubro, o festival pretende alcançar um recorde de público. Para isso, selecionou 22 espetáculos. Confira

Foto: Benedito Maia
Kayate foi uma das atrações da cerimônia que marcou a abertura do Festival de Teatro Abobrinhas
Realizada na última quarta-feira, dia 6, na Casa Azul do Centro Cultural de Contagem, a cerimônia de abertura da 3ª Edição do Festival de Teatro Abobrinhas mostrou um pouco do que o projeto pretende apresentar este ano à população da cidade, cuja missão é divertir e emocionar. Durante a cerimônia de abertura, o teatro stand up de Kayete, Thiago Carmona e Kaquinho Big Dog arrancou risos da plateia, formada por convidados e artistas locais.
Presente ao evento, a prefeita de Contagem, Marília Campos, parabenizou os organizadores e destacou a importância de buscar mais avanços na implementação de uma política pública na área cultural. "A intervenção cultural permite a intervenção social; incentiva a convivência, o conhecimento e desperta novos talentos. Portanto, investir em cultura em uma cidade é também investir em seu desenvolvimento e proporcionar mais qualidade de vida à população. Estou aqui, hoje, para coroar este momento e parabenizar o festival, que nos últimos dois anos mostrou ser uma experiência exitosa que celebra a arte e a cultura".
Festival de Teatro Abobrinhas
A 3ª edição do Festival de Teatro Abobrinhas é um dos destaques da programação oficial da cultura em comemoração ao centenário da cidade, que será em agosto. Até o dia 9 de outubro, o festival pretende alcançar um recorde de público. Para isso, selecionou 22 espetáculos, entre eles, comédias adultas e infantis. A estreia do festival acontece com a apresentação "Alegria e Poesia", do Grupo Boneco de Pano, dia 7 de julho, no Espaço Popular de Contagem.
O grupo, que trabalha com o mundo lúdico e subjetivo da fantasia, explora o imaginário popular e a infância presente em cada pessoa, reunindo neste musical divertidas canções e poesias voltadas para "crianças" de oito a 80 anos, como fazem questão de destacar os integrantes do Boneco de Pano.
No dia seguinte, o humorista Thiago Comédia, vencedor do Festival Nacional de Piadas do Show do Tom, estreia seu stand-up Absurdo, no Cine Teatro Municipal, às 21h. No palco, o humorista receberá convidados especiais, que retratarão o cotidiano com bastante humor, contando situações que levam a plateia a se identificar com temas engraçados e absurdos do cotidiano.
Produções consagradas também poderão ser assistidas na cidade como a peça As Barbeiras, Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso e Ox Exculaxados, dirigida pelo mestre do humor, Chico Anysio. As peças serão exibidas sempre às sextas-feiras e sábados às 21h e aos domingos às 19h. Já as peças infantis, que estarão em cartaz até o dia 14 de agosto, poderão ser assistidas aos sábados e domingos, às 17h, na Casa Azul. Os ingressos antecipados já podem ser adquiridos em três pontos de venda em Contagem, por apenas R$ 10.

O Coordenador de Cultura da prefeitura de Contagem, Juninho Deusemi, destaca que as peças infantis, que estarão em exibição no Festival pela primeira vez, serão exibidas gratuitamente, bastando os interessados retirarem os ingressos de forma antecipada na Casa Azul, durante as quintas-feiras, das 9h às 17h. "Cada pessoa, maior de 18 anos, poderá retirar dois ingressos para cada espetáculo que será exibido no fim de semana", comenta.
Já a coordenadora do Festival Abobrinhas, Rosângela Durães, destaca a interatividade com o público nesta terceira edição. "Neste ano, criamos o Twitter oficial do Festival Abobrinhas e o Facebook. Os internautas poderão tirar suas dúvidas, conferir a programação e ainda concorrer a ingressos através do nosso Twitter, @abobrinhas100", destaca Rosângela.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Julho:
- Alegria e Poesia - 7 de julho
- Absurdo Stand Up - 8, 9 e 10 de julho
- Aladdim e a Lâmpada Mágica - 9 e 10 de julho
- 2 Casais em Maus Lençóis - 15, 16 e 17 de julho
- Os Três Porquihos -16 e 17 de julho
- Como se Livrar de um Defunto - 22, 23 e 24 de julho
- 101 Dálmatas - 23 e 24 de julho
- Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso - 29, 30 e 31 de julho
- Peter Pan e a Floresta Mágica - 30 e 31 de julho

Agosto:
- O que Eles Pensam Daquilo - 5, 6 e 7 de agosto
- O Sorriso do Palhaço - 6 e 7 de agosto
- Escandalosamente Engraçado com Rafael Mazzi - 12, 13 e 14 de agosto
- A Bruxinha que Era Boa - 13 e 14 de agosto
- Acredite, Um Espírito Baixou em Mim - 15, 16 e 17 de agosto
- Vamu Ki Vamu -19, 20 e 21 de agosto
- O Marido da Minha Mulher - 26, 27 e 28 de agosto
Setembro
- Ox Exculaxados - 2, 3 e 4 de setembro
- Carlos Nunes: Comi uma Galinha e Tô Pagando o Pato - 9, 10 e 11 de setembro
- Os Homens Querem Casar e as Mulheres Querem Sexo - 16, 17 e 18 de setembro
- Meu Tio é Tia - 23, 24 e 25 de setembro
Outubro
- Como Enlouquecer sua Alma Gêmea - 30 de setembro, 1 e 2 de outubro
- As Barbeiras - 7, 8 e 9 de outubro

Serviço:
Os ingressos para o Festival Abobrinhas podem ser adquiridos na Rozza Modas (Praça Silviano Brandão, 66), Pincel Raro (rua Bernardo Monteiro, 42, Centro) e na loja Diskoteka do Itaú Power Shopping.
Cine Teatro de Contagem:
Praça Silviano Brandão, s/nº, Centro (próximo à Igreja Matriz de São Gonçalo)
Casa Azul
Rua Dr. Cassiano, 130, Centro
Informações: (31) 3353-4419

Fonte: Portal da Prefeitura de Contagem

sábado, 14 de julho de 2012

Avaliação do Ideb aponta avanços e cumprimento de metas de 2005 a 2011

A educação brasileira avançou nos últimos anos. É o que aponta o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) de 2011. O Brasil, de acordo com os dados, atingiu as metas estabelecidas em todas as etapas do ensino básico — anos iniciais e anos finais do ensino fundamental e ensino médio.

Nos anos iniciais, o Ideb nacional alcançou 5,0. Ultrapassou não só a meta para 2011 (de 4,6), como também a proposta para 2013, que era de 4,9. Nessa etapa do ensino, a oferta é prioritariamente das redes municipais, que concentram 11,13 milhões de matrículas, quase 80% do total. O Ideb para os anos iniciais do ensino fundamental da rede municipal foi calculado em 5.222 municípios. A meta para 2011 foi alcançada por 4.060 deles (77,5%).

Em 2005, quando o Ideb foi calculado pela primeira vez, 57,55% das crianças nos anos iniciais estavam matriculadas em escolas municipais de redes de ensino com avaliação abaixo de 3,8 — média nacional de então. Com a evolução consistente do indicador nos últimos anos, o percentual caiu para 17,09% em 2011. Em 2005, mais de 7,1 milhões de crianças estudavam nas escolas com o Ideb mais baixo (até 3,8). Esse número caiu para 1,9 milhão em 2011.

Com relação aos índices de avaliação mais elevados, ainda nos anos iniciais, consideradas as matrículas de redes municipais com Ideb acima da meta de 5,0, o registro era de 2,87% das crianças (cerca de 350 mil matrículas). Em 2011, o percentual saltou para 38,04%, com 4,2 milhões de estudantes acima da meta estabelecida.

Finais — Nos anos finais do ensino fundamental, o Ideb nacional atingiu 4,1 em 2011 e ultrapassou a meta proposta, de 3,9. Considerada tão-somente a rede pública, o índice nacional chegou a 3,9 e também superou a meta, de 3,7.

Assim como nos anos iniciais, a evolução constante do Ideb nos anos finais do ensino fundamental garante o aumento da proporção de matrículas nas faixas de índice mais elevado. Em 2005, 56,20% dos estudantes da rede pública (7,5 milhões) concentravam-se em faixas de Ideb inferiores a 3,4. Em 2011, o percentual caiu para 26,59% (3,2 milhões de matrículas). Redes com Ideb acima de 4,5 atendiam pouco mais de 300 mil estudantes (2,44%). Agora, abrangem mais de 2 milhões (17,17% do total de matriculados).

De todos os municípios (cerca de 4,3 mil) submetidos à avaliação do Ideb para os anos finais do ensino fundamental, 62,5% atingiram as metas, que foram superadas também em todas as regiões do país.

Médio — Em termos nacionais, incluídos ensino público e particular, foi igualada em 2011 a meta para o ensino médio, de 3,7. O indicador é obtido pelas notas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e pela taxa média de aprovação percentual.

Assessoria de Comunicação Social

Fonte: Site do MEC

Notícia Relacionada

Veja quais são as melhores escolas públicas de Minas Gerais segundo o Ideb 2011

Fonte : Uol Educação

Instituto Paulo Montenegro e Ação Educativa mostram evolução do alfabetismo funcional na última década

Percentual da população alfabetizada funcionalmente foi de 61% em 2001 para 73% em 2011, mas apenas um em cada 4 brasileiros domina plenamente as habilidades de leitura, escrita e matemática O Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa, parceiros na criação e implementação do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), lançam mais uma edição da pesquisa que completa uma década. Os resultados mostram que durante os últimos 10 anos houve uma redução do analfabetismo absoluto e da alfabetização rudimentar e um incremento do nível básico de habilidades de leitura, escrita e matemática. No entanto, a proporção dos que atingem um nível pleno de habilidades manteve-se praticamente inalterada, em torno de 25%.

Tabela I
Evolução do Indicador de Alfabetismo Funcional
População de 15 a 64 anos (em %)      
 2001-2002
2002-2003 
2003-2004 
2004-2005 
2007 
2009 
 2011-2012
Analfabeto
 12
13
12
11
9
7
 6
Rudimentar
 27
26
26
26
25
21
 21
Básico
 34
36
37
38
38
47
 47
Pleno
 26
25
25
26
28
25
 26
Analfabetos funcionais  (Analfabeto e Rudimentar)
 39
39 
38 
37 
34 
27 
 27
Alfabetizados funcionalmente  (Básico e Pleno)
 61
 61
 62
 63
 66
 73
 73
 base
2002
2002
2002 
2002 
2002 
2002 
2002 
Fonte: INAF BRASIL 2001 a 2011
Obs.: Os resultados até 2005 são apresentados por meio de médias móveis de dois em dois anos de modo a possibilitar a comparabilidade com as edições realizadas nos anos seguintes.

Esses resultados evidenciam que o Brasil já avançou, principalmente nos níveis iniciais do alfabetismo, mas não conseguiu progressos visíveis no alcance do pleno domínio de habilidades que são hoje condição imprescindível para a inserção plena na sociedade letrada. Segundo Ana Lúcia Lima, diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro boa parte destes avanços é devida à universalização do acesso à escola e do aumento do número de anos de estudo. Com efeito, de acordo com dados censitários produzidos pelo IBGE o número de brasileiros com ensino médio ou superior cresceu em quase 30 milhões na década 2000-2010, como mostra a tabela abaixo.

Tabela II
Escolaridade da população de 15 a 64 anos no Brasil / IBGE
Escolaridade
 Censo
PNAD
Sem escolaridade
10%
10.866.552
9%
11.766.782
Ensino Fundamental I
30%
32.599.656
18%
23.533.564
Ensino Fundamental II
28%
30.426.345
24%
31.378.086
Ensino Médio
24%
26.079.725
35%
45.759.708
Superior
8%
8.693.242
14%
18.303.883
TOTAL
100%
108.665.519
100%
130.742.024
Fonte: Censo Populacional IBGE 2000 e PNAD 2009
Entretanto, os dados do Inaf levantados no mesmo período indicam que estes avanços no nível de escolaridade da população não têm correspondido a ganhos equivalentes no domínio das habilidades de leitura, escrita e matemática. Somente 62% das pessoas com ensino superior e 35% das pessoas com ensino médio completo são classificadas como plenamente alfabetizadas. Em ambos os casos essa proporção é inferior ao observado no início da década. O Inaf também revela que um em cada quatro brasileiros que cursam ou cursaram até o ensino fundamental II ainda estão classificados no nível rudimentar, sem avanços durante todo o período.
Tabela III
Níveis de alfabetismo da população de 15 a 64 anos por escolaridade (em %)

 Até EFI
EF II
Ensino Médio
 Ensino Superior
bases
797
536
555
476
481
701
167
289 
Analfabeto
30
21
1
1
0
0
Rudimentar
 44
 44
 26
 25
 10
 2
 2
 4
Básico
 22
 32
 51
 59
 42
 21
 21
 34
Pleno
5
3
22
15
49
76
 76
 62
Alfabetizado Funcionalmente
(Analfabeto e Rudimentar)
73
65
27
26
10
2
 2
 4
Funcionalmente Alfabetizado (Básico e Pleno)
 27
 35
 73
 74
 90
 98
 98
 96
"Apesar dos avanços, tornam-se cada vez mais agudas as dificuldades para fazer com que os brasileiros atinjam patamares superiores de alfabetismo. Este parece um dos grandes desafios brasileiros para a próxima década", avalia Ana Lúcia. "Os dados reforçam a necessidade de investimento na qualidade, uma vez que o aumento da escolarização não foi suficiente para assegurar o pleno domínio de habilidades de alfabetismo: o nível pleno permaneceu estagnado ao longo de uma década nos diferentes grupos demográficos".

Para Vera Masagão, coordenadora geral da Ação Educativa, os dados do Inaf mostram que a chegada de novos estratos sociais às etapas educacionais mais elevadas vem, muitas vezes, acompanhada da falta de condições adequadas para que estes estratos alcancem os níveis mais altos de alfabetismo, o que reforça a necessidade de uma nova qualidade para a educação escolar, em especial nos sistemas públicos de ensino. "Outro fator essencial para avançar é o investimento constante na formação inicial e continuada de professores, que precisam ser agentes da cultura letrada em um contexto de inovação pedagógica".

"Essa qualidade não envolve somente a quantidade de horas de estudo ou a ampliação da quantidade de conteúdos ensinados, mas também fatores como a adequação das escolas e dos currículos a políticas intersetoriais que favoreçam a permanência dos educandos nas escolas e a criação de novos modelos flexíveis que permitam a qualquer brasileiro ampliar seus estudos quando desejar, em diferentes momentos da vida", diz Vera.

 "Ao longo desta década consolidou-se a tendência de ampliação das oportunidades educacionais para todos os brasileiros, com avanços importantes nas regiões e grupos sociais com menor renda. Por outro lado, evidenciou-se a preocupação com os níveis insuficientes de aprendizagem revelada pelas avaliações em larga escala do desempenho escolar, como a Prova Brasil, o ENEM e outros de âmbito estadual e municipal", analisa Vera. "Nesse contexto, muitas iniciativas, em âmbito governamental e não-governamental têm sido postas em marcha para transformar o direito de acesso à escola no efetivo direito a aprender, não só na escola como ao longo de toda a vida".

Resultados por segmentos populacionais
  • As melhorias nos índices de pessoas funcionalmente alfabetizadas ocorrem em todas as faixas etárias, mas há persistências de proporções significativas de pessoas analfabetas entre os mais velhos. Em nenhuma das faixas etárias consideradas houve aumento significativo da proporção de pessoas no nível pleno.
  • Há uma correlação entre a renda familiar e o nível de alfabetismo, uma vez que a proporção de analfabetos e daqueles incluídos no nível rudimentar diminui sensivelmente à medida que aumenta a renda familiar. A evolução do Inaf nesses dez anos revela que os grupos que mais avançaram em termos de alfabetismo foram aqueles com renda de até dois salários mínimos, seguidos por aqueles com renda entre dois e cinco salários mínimos, sendo que a proporção de alfabetizados funcionalmente subiu de 44% para 60% e de 58% para 83%, respectivamente.
  • Apesar da redução da desigualdade entre brancos e não brancos em termos de escolaridade ao longo da década 2001-2011, o Inaf aponta, por exemplo, que a proporção de pessoas funcionalmente alfabetizadas atingiu 80% entre os brancos, 64% dentre os pretos/negros e 69% entre os pardos (o Inaf utiliza a mesma categoria cor/raça do IBGE, a partir da auto declaração dos sujeitos entrevistados).
  • Analisando a evolução do alfabetismo ao longo da década nas diferentes regiões do país, um dado que merece destaque é a região Nordeste que, em dez anos, conseguiu reverter a situação majoritária de analfabetismo funcional em 2001-2002 (51%), atingindo 62% de sua população entre 15 e 64 anos funcionalmente alfabetizadas em 2011.
  • Ao longo da década, observa-se, ainda, que houve melhora em relação ao alfabetismo tanto na área urbana quanto na rural. Embora o avanço da área rural tenha sido significativamente maior, persistem fortes desigualdades em favor das áreas urbanas: a proporção de analfabetos funcionais na área rural é de 44% e de 24% nas áreas urbanas.

Sobre o Inaf
O Inaf avalia habilidades de leitura, escrita e matemática, classificando os respondentes em quatro níveis de alfabetismo: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar, alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno, sendo os dois primeiros níveis considerados como analfabetismo funcional.

Criado em 2001, o Inaf Brasil é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado a partir de amostra nacional de 2.000 pessoas, representativa de brasileiros e brasileiras entre 15 e 64 anos de idade, residentes em zonas urbanas e rurais de todas as regiões do país. Para essa edição, o período de campo ocorreu entre dezembro de 2011 e abril de 2012.

O Inaf define quatro níveis de alfabetismo:
Analfabetos: não conseguem realizar nem mesmo tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares (números de telefone, preços, etc.).Alfabetizados em nível rudimentar: localizam uma informação explícita em textos curtos e familiares (como, por exemplo, um anúncio ou pequena carta), leem e escrevem números usuais e realizam operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias.
 ANALFABETOS FUNCIONAIS
Alfabetizados em nível básico: leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo com pequenas inferências, leem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações e têm noção de proporcionalidade.

Alfabetizados em Nível pleno: pessoas cujas habilidades não mais impõem restrições para compreender e interpretar textos usuais: leem textos mais longos, analisam e relacionam suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Quanto à matemática, resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas de dupla entrada, mapas e gráficos.
FUNCIONALMENTE ALFABETIZADOS
   
Conheça mais sobre o Inaf Brasil - 2011-2012:

Versão integral do relatório em formato PDF para download - pode ser acessado clicando aqui.

Obs: Você precisará do software Adobe Acrobat Reader para visualizar o arquivo. Se você não dispõe deste software, clique aqui e faça o download gratuito.


 Fonte: Instituto Paulo Montenegro

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ação Social no CAIC


O 18º Batalhão de Polícia Militar promoveu no sábado, 30/06/12, a Ação Cívico Social na Escola Municipal Maria Silva Lucas. As atividades foram realizadas de 9h às 13h.
Foram disponibilizados serviços de emissão de carteira de trabalho e identidade, assessoria jurídica, encaminhamento de currículo, corte de cabelo, manicure, pintura de rosto, rua de lazer e brincadeiras.
Na área de saúde, a população teve acesso à aferição de pressão e glicose, vacinas e instruções sobre saúde bucal, doenças renais, DST/AIDS e zoonoses.
Participam da ação membros do Gate, Transitolândia, Canil, Patrulha de Prevenção às Drogas e Cia do Meio Ambiente. 
Estiveram presentes, também, a comunidade escolar, funcionários da Escola e do Núcleo Regional Ressaca/SEDUC.

A notícia saiu em:

Fotos do Evento

































terça-feira, 26 de junho de 2012

Festa Junina: origem

 As quadrilhas vieram da Europa para o Brasil


Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.

Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.

Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.

Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.

Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.

Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.

Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.

As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Fonte: Brasil Escola

Para Saber mais: 


Atividades Pedagogicas



Pedagógiccos

Curiosidades
Receitas, Festas pelo brasil...
Festa Junina tradição é com a gente

Receitas, Decoração
MdeMulher

Músicas de Festa Junina

Poesias sobre Festa Junina

A turma da Monica na Festa Junina

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A Importância da Leitura


A melhor forma de obter conhecimento é cercar-se de bons livros
 Por Eliene Percilia*

As tecnologias do mundo moderno fizeram com que as pessoas deixassem a leitura de livros de lado, o que resultou em jovens cada vez mais desinteressados pelos livros, possuindo vocabulários cada vez mais pobres.

A leitura é algo crucial para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer nosso vocabulário, obter conhecimento, dinamizar o raciocínio e a interpretação. Muitas pessoas dizem não ter paciência para ler um livro, no entanto isso acontece por falta de hábito, pois se a leitura fosse um hábito as pessoas saberiam apreciar uma boa obra literária, por exemplo.

Muitas coisas que aprendemos na escola são esquecidas com o tempo, pois não as praticamos. Através da leitura rotineira, tais conhecimentos se fixariam de forma a não serem esquecidos posteriormente. Dúvidas que temos ao escrever poderiam ser sanadas pelo hábito de ler; e talvez nem as teríamos, pois a leitura torna nosso conhecimento mais amplo e diversificado.

Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas.
O hábito de ler deve ser estimulado na infância, para que o indivíduo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e prazeroso, assim ele será um adulto culto, dinâmico e perspicaz. Saber ler e compreender o que os outros dizem nos difere dos animais irracionais, pois comer, beber e dormir até eles sabem; é a leitura, no entanto, que proporciona a capacidade de interpretação.
Toda escola, particular ou pública, deve fornecer uma educação de qualidade incentivando a leitura, pois dessa forma a população se torna mais informada e crítica.

Fonte*: Brasil Escola


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Pesquisa indica benefícios da internet para linguagem escrita

A adoção de um sistema online para o aprendizado infantil permite aos alunos melhorarem suas habilidades para a escrita de maneira notável, segundo o resultado de um estudo realizado na Suíça nos últimos três anos divulgado nesta terça-feira.

A principal conclusão é que as crianças que tiveram acesso ao sistema - no qual podiam ler, escrever e conversar livremente - aprenderam a escrever seus textos de maneira mais interessante para o leitor, e inclusive com melhor ortografia.

O estudo foi dirigido pelo professor Hans-Jakob Schneider, da Escola de Estudos Sociais do noroeste da Suíça. A equipe de docentes trabalhou com 724 crianças entre sete e dez anos (num total de 44 turmas) de três diferentes cantões do país (Argóvia, Zurique e Basileia), divididas em dois grupos.

Os alunos do primeiro grupo tiveram de se inscrever no sistema online, enquanto os do segundo grupo não tinham acesso algum e escreviam seus textos no papel. O que se observou é que a experiência no sistema online permitiu às crianças melhorar sua linguagem narrativa, habilidade que desenvolveram muito melhor que as do segundo grupo após os três anos que durou a experiência, financiada pelo Fundo Nacional Suíço (FNS), organismo público que promove a pesquisa científica.

Os professores detectaram que as diferenças eram particularmente significativas nas "marcas linguísticas visíveis" do texto, pois as crianças que trabalharam com a plataforma online usavam mais conjunções temporais, como "primeiramente" e "em seguida".

Além disso, faziam uso de frases ou palavras que reavivavam a atenção do leitor, como "de repente", enquanto seus adjetivos e verbos tinham mais a ver com as emoções. Em suma, seus textos eram mais atrativos que os do grupo que escrevia em papel.

A pesquisa determinou que a razão disso era que, no grupo que usou internet, os alunos tentavam envolver mais o leitor, queriam que o texto fosse atraente e podiam deduzir - ao observar os textos que eram mais lidos no sistema - o que mais podia chamar a atenção do leitor. Diferente do que se poderia pensar, a ortografia deste grupo não ficou pior, mas pelo contrário, o que é louvável sobretudo quando se leva em conta que os professores não corrigiam o que escreviam no sistema.

 
FONTE: Portal Terra